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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10961/4983

Title: Vivências e sentimentos do enfermeiro na assistência ao utente terminal
Authors: Fortes, Arlinda
Silva, Nilza
Keywords: utente terminal
enfermagem
morte
vivência e sentimento
Issue date: 2017
Abstract: Cabo Verde vive uma transição epidemiológica, acrescidas das novas situações de risco constituídas pelos traumatismos devido a agressões, acidentes de estrada e de trabalho ou ligado ao consumo abusivo do álcool, do tabaco e das drogas psicotrópicas, aumentando assim a incidência de doenças crónicas não transmissíveis, nomeadamente as (oncológicas, hipertensão arterial e diabetes mellitus), em detrimento as infetocontagiosas, vêm-se verificando um aumento da incidência de pessoas morrendo após algum tempo de sofrimento, causado por doença crónica degenerativa. A necessidade de ser cuidado na última fase da vida aumentou, consideravelmente, não só por razões de prolongamento da duração da vida, mas a favor de uma institucionalização crescente, da oferta de cuidados e tratamentos e do desenvolvimento dos profissionais de saúde. Este estudo surge através das vivências dos enfermeiros ao assistirem o utente em fase terminal, tendo como objetivo identificar as vivências e os sentimentos dos Enfermeiros quanto a prestação de cuidados prestados ao utente nesta fase. O enfermeiro tem um papel de extrema importância perante estes utentes, uma vez que é o enfermeiro que está mais próximo, e tem mais possibilidades de dar apoio emocional, físico e psicológico a pessoa nessa fase difícil da sua vida, e é o elo de ligação entre o utente - família. De forma a compreender melhor os objetivos estabelecidos no trabalho optou-se por um estudo de uma abordagem qualitativa, descritiva e exploratória utilizando como método de colheita de informações uma entrevista semiestruturada, do qual participaram cinco (5) enfermeiras do serviço de Medicina do Hospital João Morais (HJM), Santo Antão (S.A), Cabo-verde (C.V) com idade compreendida entre trinta e dois (32) á trinta e oito (38) anos de idade, todos do sexo feminino. É de realçar que os objetivos foram atingidos, e que a prestação de cuidados ao utente em fase terminal, é visto de forma holística que emerge sentimentos de tristeza, angustia, sofrimento e de dor. Quanto as experiências emocionais vivenciadas pelos enfermeiros referiram que com o tempo vão-se adquirindo estabilidade emocional, para encarar a morte de uma forma natural. A morte não é vista como um acontecimento natural, e sim como um acontecimento que causa frustração, sensação de fragilidade e de incapacidade.
URI: http://hdl.handle.net/10961/4983
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